20 setembro 2017
12 setembro 2017
poema de bolso
Oscilava, parava, olhava e pensava
Se a estrada fosse minha… para que me cansava?
Não precisava de ir se já ela me trilhava…
Se a estrada fosse minha… para que me cansava?
Não precisava de ir se já ela me trilhava…
A noite caiu três vezes, o sol pôs-se meio torto,
as rodas subiram numa tristeza de fortuna!
(Os pés calejados não pisaram nem uma.)
E a que dias desfez talvez, por fim, durma
matreira, com ares de pirata de porto,
num cais que arda e a consuma,
a essa que é deus por desporto.
as rodas subiram numa tristeza de fortuna!
(Os pés calejados não pisaram nem uma.)
E a que dias desfez talvez, por fim, durma
matreira, com ares de pirata de porto,
num cais que arda e a consuma,
a essa que é deus por desporto.
31 agosto 2017
10 agosto 2017
S. João no Porto
Manda-me o juízo desejar-te felicidade...
à metade, assimétrica, porém uma metade.
Foste à vela de terciarizar o que se secunda
para descobrir domingo e sábado à segunda.
Sobra pena, preterido esterilizando o que fecunda.
Resta a abafada consequência de sair da rotunda…
à metade, assimétrica, porém uma metade.
Foste à vela de terciarizar o que se secunda
para descobrir domingo e sábado à segunda.
Sobra pena, preterido esterilizando o que fecunda.
Resta a abafada consequência de sair da rotunda…
(Para quê afiar os cornos se o chuto é na bunda?)
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