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14 maio 2019
01 junho 2013
o parasita maior que o hospedeiro
Imaginem pagar salários, com subsídios e tudo, desde o primeiro aniversário do Lenin até hoje, por exemplo.
A dívida em contratos SWAP dava para pagar quase século e meio de salários da Metro do Porto, tempo que nenhum de nós vai ver concluído.
Decorre um projecto abstracto da economia autofágica, sem tempo, sem caras, sem matéria, só operações, letras e contratos.
Trocaram a balança das prioridades e salivam com grandes números de dinheiro que nem existe. É só Gollums e anéis e milhares de frustrados que gostariam de facturar os mesmos milhões, afastando a moral clássica de que a miséria se define na proporção da riqueza - mais ou menos como na física, nada se perde, vai parar a outro lado.
Chegou ao fim qualquer consenso ou diálogo com os governos que fingiram ser Estado durante as três dezenas de anos que quase tem a minha vida. Por princípio, avalio as pessoas pela consequência das suas acções e evito gente reles.
A democracia educou todos quantos não se consideram acima dela. Os responsáveis administrativos da política ficaram de fora.
A sede é de justiça porque a fome foi de dinheiro.
A dívida em contratos SWAP dava para pagar quase século e meio de salários da Metro do Porto, tempo que nenhum de nós vai ver concluído.
Decorre um projecto abstracto da economia autofágica, sem tempo, sem caras, sem matéria, só operações, letras e contratos.
Trocaram a balança das prioridades e salivam com grandes números de dinheiro que nem existe. É só Gollums e anéis e milhares de frustrados que gostariam de facturar os mesmos milhões, afastando a moral clássica de que a miséria se define na proporção da riqueza - mais ou menos como na física, nada se perde, vai parar a outro lado.
Chegou ao fim qualquer consenso ou diálogo com os governos que fingiram ser Estado durante as três dezenas de anos que quase tem a minha vida. Por princípio, avalio as pessoas pela consequência das suas acções e evito gente reles.
A democracia educou todos quantos não se consideram acima dela. Os responsáveis administrativos da política ficaram de fora.
A sede é de justiça porque a fome foi de dinheiro.
08 maio 2013
06 maio 2013
cumé qué pussibél?
Na sequência de uma série de habilitações concedidas indevidamente, aqui se apresenta a notícia orgulhosa promovida pela instituição que me cobrou 120 euros por um canudo que nem serve para provar que tirei um curso.
http://noticias.up.pt/jean-claude-juncker-distinguido-com-doutoramento-honoris-causa-pela-u-porto/
"No próximo dia 3 de maio, pelas 17 horas, a Universidade do Porto concede o seu 84º título de Doutor Honoris Causa, desta feita, a uma das figuras que mais se tem destacado no panorama da construção europeia, em particular com o contributo do seu trabalho na liderança do Eurogrupo em prol de uma verdadeira coesão económica e social da Europa - o Primeiro-Ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker.
http://noticias.up.pt/jean-claude-juncker-distinguido-com-doutoramento-honoris-causa-pela-u-porto/
"No próximo dia 3 de maio, pelas 17 horas, a Universidade do Porto concede o seu 84º título de Doutor Honoris Causa, desta feita, a uma das figuras que mais se tem destacado no panorama da construção europeia, em particular com o contributo do seu trabalho na liderança do Eurogrupo em prol de uma verdadeira coesão económica e social da Europa - o Primeiro-Ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker.
A sua “constante preocupação por uma Europa mais social” e o seu papel como “um dos principais obreiros do “Luxembourg Process” destinado a promover o emprego” são algumas das razões citadas no despacho de concessão do título a Jean-Claude Juncker. A U.Porto destaca ainda o seu empenho no estreitar de ligações entre Portugal e o Luxemburgo nomeadamente no que toca aos portugueses residentes neste país, ao longo dos últimos 18 anos como Primeiro-Ministro do Grão-Ducado.
A cerimónia de atribuição do título de Doutor Honoris Causa decorre no Salão Nobre da Universidade do Porto e contará também com a presença do presidente do Conselho Económico e Social, José Silva Peneda, como Elogiador do Doutorando, e de Manuela Ferreira Leite, que assumirá o papel de Madrinha. José Meirinhos, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) será o Mestre-de-Cerimónias.
Sobre Jean-Claude Juncker
Jean-Claude Juncker é Primeiro-Ministro do Luxemburgo desde 1995 e é um dos responsáveis pela elaboração do Tratado de Maastricht. A União Económica e Monetária, o Pacto de Estabilidade e o alargamento a Leste em muito se devem também à sua intervenção. Para além disso, foi o primeiro presidente do Eurogrupo, entre 2005 e 2013. Antes disso, liderou o Banco Mundial (1989-1995) e assumiu o cargo de governador do FMI – Fundo Monetário Internacional e do BERD – Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento."
Obrigada, Junker. Se não tivesses ajudado, nunca teríamos usado esta tanga tão sexy.
Vergonha, U.Porto.
Obrigada, Junker. Se não tivesses ajudado, nunca teríamos usado esta tanga tão sexy.
Vergonha, U.Porto.
29 abril 2013
exemplaridade do projecto europeu
Uma ilustração do que se entende por "Chantagem" ou "Agiotagem", a partir de um artigo do Público de hoje.
Estamos na mesma direcção política que a Grécia. Temos a troika, coligações centro-direita misturadas com socialistas, urgência inevitável na reestruturação do Estado - como quem arruma a tenda no centro do ciclone. Vai voar tudo e no fim varreremos lama.
Precisamos de uma objectivo comum que nos solte das "Samaras".
É isto que deixamos acontecer?
Parlamento grego aprova despedimento de 15 mil funcionários públicos
Projecto de lei sobre a reestruturação da administração pública permite à Grécia desbloquear nova tranche financeira.
O parlamente grego aprovou, pouco antes da meia-noite de domingo, o
projecto de lei que prevê o despedimento de 15 mil funcionários públicos
até 2014, uma exigência da troika como contrapartida do financiamento externo.
Com a aprovação, o ministro das finanças grego Yannis Stournaras deverá conseguir o envelope financeiro de 2800 milhões de euros de que precisa. Resta agora o aval dos ministros das finanças da zona euro. O Grupo de Trabalho do Eurogrupo, que prepara as reuniões mensais dos ministros, junta-se nesta segunda-feira em Bruxelas e deverá dar luz verde preliminar ao desembolso da próxima tranche de financiamento externo à Grécia. Este empréstimo deveria ter sido entregue em Março, mas foi adiada.
As novas medidas de austeridade mereceram os votos favoráveis dos 168 deputados, num total de 300, que apoiam o governo de Antonis Samaras, de centro-direita, coligado com os socialistas do Pasok e o Esquerda Democrática. Uma alteração de última hora, que permite às autoridades contratar jovens por menos do que o salário mínimo (586 euros) lançou protestos durante o debate.
O corte de 15 mil funcionários públicos foi aprovado numa altura em que a taxa de desemprego na Grécia, de 27%, é a mais alta de sempre.
No seu quarto relatório, hoje divulgado, o grupo de trabalho para a Grécia criado pela Comissão Europeia em 2011 para prestar ajuda técnica, diz que houve progressos em algumas áreas estruturais. “No período de Dezembro a Março de 2013 houve um envolvimento político com as reformas administrativas e estruturais e esforços para usar os fundos da forma mais vantajosa para o país”, refere o documento.
A organização destaca a evolução conseguida na reorganização dos vários ministérios gregos e o arranque de reformas importantes para o ambiente empresarial. Contudo, avisa, depois de cinco anos de contracção económica, cresce a pressão da população em geral para uma recuperação mais rápida. “As condições económicas continuam extremamente difíceis, com o aumento de desemprego” e o “crescimento e a coesão social tornaram-se no desafio mais prioritário para o governo”.
O grupo de trabalho sublinha que a reforma fiscal teve progressos a nível institucional, mas avisa que ainda é muito cedo para dizer se irá conduzir “a um aumento permanente” na capacidade do Estado de arrecadar receitas.
in http://www.publico.pt/n1592816
A reestruturação da
administração pública, que conta com cerca de 700 mil trabalhadores, é
fortemente contestada pelos sindicatos que no domingo se concentraram em
frente ao parlamento.
Este projecto de lei foi aprovado sábado em
sede de comissão parlamentar pela maioria que suporta a coligação no
governo e começou a ser discutido domingo de manhã pelos deputados.
Prevê-se a saída de quatro mil trabalhadores ainda este ano.Com a aprovação, o ministro das finanças grego Yannis Stournaras deverá conseguir o envelope financeiro de 2800 milhões de euros de que precisa. Resta agora o aval dos ministros das finanças da zona euro. O Grupo de Trabalho do Eurogrupo, que prepara as reuniões mensais dos ministros, junta-se nesta segunda-feira em Bruxelas e deverá dar luz verde preliminar ao desembolso da próxima tranche de financiamento externo à Grécia. Este empréstimo deveria ter sido entregue em Março, mas foi adiada.
As novas medidas de austeridade mereceram os votos favoráveis dos 168 deputados, num total de 300, que apoiam o governo de Antonis Samaras, de centro-direita, coligado com os socialistas do Pasok e o Esquerda Democrática. Uma alteração de última hora, que permite às autoridades contratar jovens por menos do que o salário mínimo (586 euros) lançou protestos durante o debate.
O corte de 15 mil funcionários públicos foi aprovado numa altura em que a taxa de desemprego na Grécia, de 27%, é a mais alta de sempre.
No seu quarto relatório, hoje divulgado, o grupo de trabalho para a Grécia criado pela Comissão Europeia em 2011 para prestar ajuda técnica, diz que houve progressos em algumas áreas estruturais. “No período de Dezembro a Março de 2013 houve um envolvimento político com as reformas administrativas e estruturais e esforços para usar os fundos da forma mais vantajosa para o país”, refere o documento.
A organização destaca a evolução conseguida na reorganização dos vários ministérios gregos e o arranque de reformas importantes para o ambiente empresarial. Contudo, avisa, depois de cinco anos de contracção económica, cresce a pressão da população em geral para uma recuperação mais rápida. “As condições económicas continuam extremamente difíceis, com o aumento de desemprego” e o “crescimento e a coesão social tornaram-se no desafio mais prioritário para o governo”.
O grupo de trabalho sublinha que a reforma fiscal teve progressos a nível institucional, mas avisa que ainda é muito cedo para dizer se irá conduzir “a um aumento permanente” na capacidade do Estado de arrecadar receitas.
in http://www.publico.pt/n1592816
17 abril 2013
Libertarismo
Qualquer posição política que defenda a radical distribuição do poder do estado coercivo na passagem para a associação voluntária de indivíduos livres.
tradução livre da definição de Roderick Long, professor de Filosofia estado-unidense, nascido a 4 de Fevereiro de 1964
UK Independence Party & Nigel Farage
or downsize evenly
Partido libertário de direita e seu escudeiro.
O Bruno Nogueira ficou famoso com "o senhor do bolo". Uma insurreição de entretenimento.
Este deputado europeu ficou famoso com a intervenção perante Rompuy. Disse-lhe que tinha "o carisma de um trapo", "a compleição de um bancário de baixa categoria" e, entre outras coisas, que teria sido designado para levar a cabo o assassinato discreto da democracia europeia e dos seus estados. O bully tem verbo.
Se não tivesse mudado o plano da câmara, ficaria confusa por não me lembrar de Seguro no Parlamento Europeu. A descrição de Farage encaixa igualmente na de Passos Coelho. Talvez possa confundir Assunção Esteves, Vitor Gaspar, Paulo Macedo, Mota Soares, Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino, Assunção Cristas, Nuno Crato, Carlos Moedas, Aguiar Branco, Selassié (nome que significa o poder da trindade), Jurgen Kruger, Rasmus Ruffer, Vitor Constâncio, Papandreou, Evangelos Venizelos, Angela Merkel, Hollande, Schauble, Rajoy.
Relvas, Portas, Miguel Macedo, Cavaco Silva, Ricardo Salgado, Fernando Ulrich, Poul Thomsen, Jardim Gonçalves, Ricardo Espírito Santo, António Costa, Belmiro de Azevedo, Américo Amorim, Rui Rio, Menezes, Mario Draghi, Jean Claude Trichet, Christine Lagarde, ficam de fora da primeira lista por transpirarem pinta de mafioso e, por isso, algum carisma.
Ficam de fora, também, outros que não me ocorrem mas, sempre que me lembrar de um bom, actualizarei a lista.
Ufa... Acho que sou das que reclamam erro de casting nos protagonistas da política e da execução que fazem dela.
Se me condenarem ao mesmo que Farage, cada um há-de cobrar-me 4000 euros por uma descrição adaptada. Contraio uma dívida e não traio verdade.
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Autodeterminação, soberania, eurocepticismo, desprezo pela violência e a coerção, favorecimento do poder local, cooperação económica internacional, distribuição de recursos, controlo de imigração, moção de "desconfiança" a Durão Barroso (2005),* denúncia de corrupção, liberdade de imprensa, julgamento de carácter.
* José Manuel Barroso - que belo embrulho, cepo.
During the spring of 2005, Farage requested that the European Commission disclose where the individual Commissioners had spent their holidays. The Commission did not provide the information requested, on the basis that the Commissioners had a right of privacy. The German newspaper Die Welt reported that the President of the European Commission, José Manuel Barroso had spent a week on the yacht of the Greek shipping billionaire Spiro Latsis. It emerged soon afterwards that this had occurred a month before the Commission under Barroso's predecessor Romano Prodi approved 10.3 million euro of Greek state aid for Latsis' shipping company.[43] It also became known that Peter Mandelson, then a member of the Commission, had accepted a trip to Jamaica from an unrevealed source.
Farage persuaded around 75 MEPs from across the political divide to back a motion of no confidence in Barroso, which would be sufficient to compel Barroso to appear before the European Parliament to be questioned on the issue.[44] The motion was successfully tabled on 12 May 2005, and Barroso appeared before Parliament[45] at a debate on 26 May 2005. The motion was heavily defeated. A Conservative MEP, Roger Helmer, was expelled from his group, the European People's Party – European Democrats (EPP-ED), in the middle of the debate by that group's leader Hans-Gert Poettering as a result of his support for Farage's motion.
16 abril 2013
15 abril 2013
02 abril 2013
21 março 2013
15 março 2013
um bem essencial dá sempre lucro
Por favor, assinem a petição para calar os inteligentes.
A correspondente declaração dos Direitos Humanos, para quem não se lembrar da redacção conquistada.
07 março 2013
para desenjoar das notícias portuguesas
Tens of thousands of people have taken to the streets across Bulgaria to protest against corruption and the country's rising cost of living. The demonstrations on Sunday come a week after nationwide demonstrations forced the conservative government to resign. More than 10,000 protesters marched in downtown Sofia under the slogan "End to illusions, civil action every day!" They shouted "Mafia!" and "All parties out!" near parliament and the presidency, waving white-green-and-red Bulgarian flags. Rosen Pleveliev, the president of Bulgaria, appeared briefly before the crowd but was greeted with boos and jeers. He said he was willing to meet next week with trade unions and civil groups to hear their demands and seek a way out of the crisis that forced the resignation of Boyko Borisov, the former prime minister, on Wednesday. Borisov's surprise resignation came after demonstrations turned violent, with several dozen people injured and two men setting themselves on fire. One of them died and the other remains in hospital in critical condition. Despite his resignation, activists have vowed to continue with the protests. Frozen wages The Black Sea city of Varna, where the daily rallies against high electricity bills and deepening poverty began two weeks ago, saw its largest demonstration on Sunday, local media reported. Between 20,000 and 40,000 protesters blocked traffic along key boulevards in the city, calling for the resignation of Kiril Yordanov, the mayor, and denouncing "the economic domination of the mobsters". They burned an effigy outside the headquarters of the local electricity utility monopoly, Czech Energo-Pro. About 3,000 protesters also gathered in the Black Sea city of Burgas and between 6,000 and 10,000 joined the demonstration in Bulgaria's second-largest city of Plovdiv in the south, media reports said. Rallies were also held in numerous other towns across the country. The protests that have swept the European Union's poorest country over the past two weeks were sparked by anger over mounting electricity bills and frozen public wages. The average monthly salary in Bulgaria is $534 and has not increased for years. Activists who met at the weekend said they agreed on the need for constitutional changes with majority elections instead of the current proportional system and the possibility to sue and even sack legislators if they did not fulfill their duties. They also demanded a moratorium on power bills, no value added tax on electricity and a review of all contracts on privatising the power sector. |
22 fevereiro 2013
hello, world. who the fork is manuel rodrigues?
O secretário de Estado das Finanças admitiu que o Governo terá de fazer um orçamento retificativo para incluir as medidas adicionais de corte na despesa.
(Soa a cortes na função pública.
...
Lembram-se do afamado relatório do FMI... há uma dezena de milhar de más notícias atrás? Aquele que aconselhava a despedir 25.000 funcionários públicos... Agora há uma grande razão para o fazer e até a Comissão Europeia o reconhece lá por causa da recessão e do défice...
Também
prevêem que o desemprego aumentará (quem diria) e que não serão atingidas as
metas do défice (com o indicador do consumo a diminuir, o PIB a descer, já estou a imaginar o grande sorriso da curva da dívida no Excel).
Raios e coriscos... estava tudo a correr bem! Só não temos auto-suficiência, soberania e liberdade! Mesquinha essa gente que não deixa o governo trabalhar ou cumprir o mandato... E canta Grândolas para tirar a liberdade de expressão a esses senhores sem voz nem poder...
Repudio! Veemente! Párias, todos uns párias!...
Repudio! Veemente! Párias, todos uns párias!...
Repare que só o poder, sob a forma de Estado, tem direito a fabricar e calar a pauta da rua.
Um governo ali, a dormir bem, de consciência tranquila, a espremer o seu melhor. O seu melhor é a gente anónima que amam tanto que acederam a representá-la. Não estão por interesse, estão por simpatia.
Tiro o chapéu a quem se voluntaria para assumir o comando da costa e da concórdia. Se ao menos o nosso Presidente fosse vivo...
As crises são cíclicas e os anos cínicos.)
«O Governo está atento no decurso da execução orçamental de 2013 e discutirá no sétimo exame regular eventuais poupanças adicionais que tenham de ser conseguidas», afirmou (who-the-fork-is...)Manuel Rodrigues numa conferência de imprensa onde comentou as projeções da Comissão Europeia, que pioram para quase o dobro a recessão esperada para este ano, e que afirmam que Portugal não conseguirá cumprir a meta do défice orçamental nem em 2013 (o ano da retoma, hein?), nem sequer em 2014.
Questionado pelos jornalistas sobre a necessidade de um orçamento retificativo para acomodar estas alterações, (I mean, why-the-fork...) Manuel Rodrigues (veio na carreira J, cais direito) afirmou: «Tais poupanças terão de ser vertidas num orçamento retificativo».
Estas medidas já estavam planeadas num plano de contingência com um valor estimado de 0,5% do PIB, para fazer face a eventuais desvios este ano, incluindo um chumbo de medidas do orçamento pelo Tribunal Constitucional.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3068479
18 fevereiro 2013
anúncio com idade de reformado
in Anuário Comercial de Portugal de 1932
Bernardo Marques (Silves, 1898-Lisboa, 1962) desenhou este auto-anúncio
retirado do Almanaque Silva. Obrigada
07 fevereiro 2013
12 dezembro 2012
Monte Branco e Monteverdi
O DCIAP (Departamento Central de Investigação e
Acção Penal), liderado pela procuradora Candida Almeida, está a
investigar o processo “Monte Branco” desde Junho de 2011, um caso de
fraude fiscal e branqueamento de capitais que já levou à detenção, em
maio, de quatro banqueiros portugueses e suíços e um cambista.O
caso começou a ser investigado "tendo por base factos identificados na
investigação do caso BPN e factos descobertos por via da prevenção do
branqueamento de capitais", segundo o DCIAP. O banco, nacionalizado em
2008 e reprivatizado este ano, custou mais de 3,4 mil milhões de euros
aos contribuintes portugueses.
Além dos cinco detidos, várias personalidades da vida política, económica e desportiva portuguesa já foram ouvidos, citados e apanhados nas malhas do processo “Monte Branco” que é considerado o maior caso de fraude fiscal e branqueamento de capitais de sempre em Portugal.
Caso Monte Branco: Quem é que já foi ouvido, citado e apanhado
Michel Canals e Nicolas Figueiredo - Ambos administradores da empresa suíça Akoya Asset Management, os gestores de fortunas foram detidos em Maio e posteriormente libertados em Outubro.
Os dois arguidos, assim como os outros dois que estiveram em prisáo preventiva, são suspeitos de terem montado uma rede para fugir ao fisco e branquear capitais. Esta rede foi utilizada por pessoas influentes em Portugal, como advogados, políticos, empresários, futebolistas, autarcas e industriais interessados em fugir ao fisco.
José Maria Ricciardi com Passos Coelho e Miguel Relvas – O presidente do BESI foi colocado sob escuta pela Polícia Judiciária entre Setembro de 2011 e Fevereiro deste ano no âmbito da investigação ao caso Monte Branco. Nas escutas ao banqueiro foram apanhadas conversas com o primeiro-ministro e com o ministro dos Assuntos Parlamentares. Nos telefonemas, Ricciardi falava com Passos Coelho e com Miguel Relvas sobre o processo de privatizações em curso.
A Procuradoria Geral Da República anunciou que "não existem nos autos quaisquer suspeitas da prática de ilícitos de natureza criminal" sobre o primeiro-ministro, Passos Coelho. Também os três intervenientes negaram qualquer tipo de ilegalidade cometida durante os telefonemas, sendo que nenhum foi constituído arguido.
Ricardo Salgado – À semelhança de José Maria Ricciardi, o líder do BES também foi alvo de escutas durante a investigação ao processo “Monte Branco” mas não foi constituído arguido.
Além dos cinco detidos, várias personalidades da vida política, económica e desportiva portuguesa já foram ouvidos, citados e apanhados nas malhas do processo “Monte Branco” que é considerado o maior caso de fraude fiscal e branqueamento de capitais de sempre em Portugal.
Caso Monte Branco: Quem é que já foi ouvido, citado e apanhado
Michel Canals e Nicolas Figueiredo - Ambos administradores da empresa suíça Akoya Asset Management, os gestores de fortunas foram detidos em Maio e posteriormente libertados em Outubro.
Os dois arguidos, assim como os outros dois que estiveram em prisáo preventiva, são suspeitos de terem montado uma rede para fugir ao fisco e branquear capitais. Esta rede foi utilizada por pessoas influentes em Portugal, como advogados, políticos, empresários, futebolistas, autarcas e industriais interessados em fugir ao fisco.
José Maria Ricciardi com Passos Coelho e Miguel Relvas – O presidente do BESI foi colocado sob escuta pela Polícia Judiciária entre Setembro de 2011 e Fevereiro deste ano no âmbito da investigação ao caso Monte Branco. Nas escutas ao banqueiro foram apanhadas conversas com o primeiro-ministro e com o ministro dos Assuntos Parlamentares. Nos telefonemas, Ricciardi falava com Passos Coelho e com Miguel Relvas sobre o processo de privatizações em curso.
A Procuradoria Geral Da República anunciou que "não existem nos autos quaisquer suspeitas da prática de ilícitos de natureza criminal" sobre o primeiro-ministro, Passos Coelho. Também os três intervenientes negaram qualquer tipo de ilegalidade cometida durante os telefonemas, sendo que nenhum foi constituído arguido.
Ricardo Salgado – À semelhança de José Maria Ricciardi, o líder do BES também foi alvo de escutas durante a investigação ao processo “Monte Branco” mas não foi constituído arguido.
Manuel Vilarinho – O antigo presidente do Benfica é suspeito de fraude fiscal e branqueamento de capitais. Segundo o Correio da Manhã de hoje, a casa e a imobiliária de Vilarinho foram alvo de buscas pelo Ministério Público e por agentes da inspecção tributária.
Medina Carreira – O antigo ministro das Finanças também viu a sua residência ser alvo de buscas durante o dia de ontem. “Apareceram as autoridades hoje [ontem] em minha casa com um mandado de busca. Viram tudo o que quiseram ver mas não encontraram nada. Nem podiam encontrar", afirmou o economista. "Não faço ideia em que circunstâncias surgiu o meu nome. Tenho ligado pouco ao caso, não conheço sequer nenhum nome envolvido. Não tenho nada a ver com o negócio".
26 setembro 2012
A Grécia não é Espanha
Ontem, em Espanha, tentou-se cercar o Parlamento.
Hoje decorrem uma greve geral e manifestações na Grécia de onde chegam estas imagens.
Na verdade, o que vai diferenciando a Grécia é mais pobreza, mais fogo, mais gás lacrimogéneo e força.
A mãe da democracia está em guerra civil há 2 anos e não há Europa que o admita. É essa a União que faz a força, a União que despreza, menoriza, reprime.
Olha se a moda pega...
http://www.youtube.com/watch?v=rAfhOSNp16g&feature=share&list=UUpwvZwUam-URkxB7g4USKpg
Hoje decorrem uma greve geral e manifestações na Grécia de onde chegam estas imagens.
Na verdade, o que vai diferenciando a Grécia é mais pobreza, mais fogo, mais gás lacrimogéneo e força.
A mãe da democracia está em guerra civil há 2 anos e não há Europa que o admita. É essa a União que faz a força, a União que despreza, menoriza, reprime.
Olha se a moda pega...
http://www.youtube.com/watch?v=rAfhOSNp16g&feature=share&list=UUpwvZwUam-URkxB7g4USKpg
25 setembro 2012
Moço de recados I
REPARE QUE ele vem da União da Europa, onde não há classes, onde não há ricos e pobres, onde os juros são dinheiro real. Não esqueçamos aquilo em que Vitor Gaspar acredita. Ele não vive do lado de cá.
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